sábado, 6 de novembro de 2010

Imigrantes formam partido na Suécia

Por várias vezes falei aqui no blogue sobre a ascensão da extrema-direita numa Europa em crise. A Suécia foi um dos exemplos que dei e que surge novamente agora no seguimento da intenção dos imigrantes daquele país construírem um partido. 

O sucesso do partido de extrema-direita nas últimas eleições e uma série de crimes que têm ocorrido contra os imigrantes levaram a este movimento muito pouco comum, mas necessário. Independentemente do sucesso ou não deste grupo e da sua eventual inconstitucionalidade, o que também me interessa nesta dinâmica é a forma como as pessoas conseguem organizar-se nos dias que correm. Em pouco tempo, conseguiram centenas de apoiantes para a sua causa: defender os direitos dos imigrantes (especialmente os não caucasianos) face a um partido xenófobo que "roubou" a maioria absoluta dos social-democratas. Num país composto em 14% por pessoas oriundas de outras zonas do planeta, este movimento alerta para a necessidade de se defender os direitos dos imigrantes (que eu esticaria até às minorias). A alteridade não pode funcionar, em época de crise, para criar bodes expiatórios ou sentimentos xenófobos, racistas ou seja o que for que alimente o ódio irracional entre seres humanos - já para não referir questões de natureza muito prática como a integridade física dos indivíduos que daí advém.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Model of United Nations


Deixo abaixo o email que pediram para divulgar sobre o Model of United Nations da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra:
MODEL OF UNITED NATIONS - FEUC  Car@s coleg@s, A edição do Model of United Nations da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra decorre de 15 a 18 de Novembro e todas as informações respeitantes ao seu funcioamento estão disponíveis em www.mun-feuc.org. O MUN-FEUC surgiu em 2007 com o objectivo de acrescentar uma base prática ao curso de RI da Faculdade de Economia de Coimbra. Durante os dias em que o evento terá lugar, os temas discutidos pelos participantes estarão relacionados com a actualidade internacional. Os participantes são convidados a representar um determinado País em dois órgãos internacionais (Conselho de Segurança; Fundo Monetário Internacional; UNESCO). Os participantes, também designados de delegados, devem defender as posições oficiais dos Estados que estão a representar, em vez das suas opiniões pessoais, de modo a tornar o evento numa simulação mais fidedigna. Informa-se também que os cidadãos nacionais de um determinado país não se podem inscrever para representar esse mesmo país durante o MUN-FEUC 2010.
Datas de Inscrição:
- 11 de Novembro (até às 00h00)
Entrega de position papers para os respectivos temas – até dia 13 às 00h00
Nota: As fichas de inscrição, tal como quaisquer questões, devem ser submetidas por correio electrónico para:cipric.feuc@gmail.com
Modalidades de inscrição Inscrição Base: 5,00 € (inclui kit de documentação, coffee breaks e certificado de participação); Jantar de Gala: +7,50 € (não reembolsável após a inscrição). Os dados para pagamento serão fornecidos assim que recepcionada a ficha de inscrição!
O CIPRIC encontra-se também disponível para fornecer quaisquer informações através dos contactos disponíveis no site.
 
Os melhores cumprimentos, Vasco Batista  Direcção do CIPRIC
(911043371)

Evento


Colóquio
Migrações, Minorias e Diversidade Cultural
 11 de Novembro de 2010
Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, Auditório 2

Organização
Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Fundação Calouste Gulbenkian

ENTRADA LIVRE

RESUMO: Inserido nas Comemorações do Centenário da República Portuguesa, o colóquio “Migrações, minorias e diversidade cultural” fará uma retrospectiva dos últimos cem anos de migrações em Portugal e discutirá a actualidade e o futuro da mobilidade dos portugueses no mundo. No mesmo dia, será lançado o "Atlas das Migrações", coordenado pelo Centro de Investigação e Estudos em Sociologia do ISCTE, um compêndio que através de mapas e gráficos de fácil leitura esquematiza e explica cronológica, geográfica e sociologicamente não só a emigração portuguesa , como a imigração que tem tido como destino o nosso país, ao longo dos últimos cem anos.
PROGRAMA
9h30
Sessão de Abertura
Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
Presidente da Comissão para as Comemorações do Centenário da República

9h45
PAINEL I. 100 ANOS DE MOBILIDADE: LANÇAMENTO DO ATLAS DAS MIGRAÇÕES EM PORTUGAL
Moderador: David Justino (Professor Universitário)
Orador: Rui Pena Pires (Professor Universitário)
Comentador: Rui Ramos (Historiador)

11h30
PAINEL II. GERIR A DIVERSIDADE CULTURAL: UNIVERSALISMO REPUBLICANO OU DISCRIMINAÇÃO POSITIVA?
Moderadora: Isabel Capeloa Gil (Professora Universitária)
Orador: Miguel Vale de Almeida (Professor Universitário)
Comentadores: Delmar Barreiros (Pastoral da Mobilidade) e Maria Xavier (Programadora Cultural)

14h30
PAINEL III. O DESENVOLVIMENTO DAS MIGRAÇÕES EM PORTUGAL: CENÁRIOS
Moderador: António Câmara (Professor Universitário)
Apresentação de vídeo com testemunhos de portugueses emigrantes
Comentadores: Jorge Portugal (Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa), Ricardo Marvão (Indústria Aerospacial, Londres), Joana Bertholo (Designer e investigadora, Berlim) e Tiago Forjaz (Rede The Star Tracker)

17h00
Conclusões: António Vitorino (Comissário do Fórum Gulbenkian Migrações)

17h30
Encerramento

Informações, Programa e Inscrições em: http://coloquio-migracoes.centenariorepublica.pt/

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

De fachada

A Birmânia, oficialmente República da União de Myanmar, é um país que vive sob uma ditadura militar desde a década de 60, já lá vão mais de 50 anos. Apesar de em 1990 terem ocorrido eleições, os resultados esmagadores a favor do partido democrático liderado por San Suu Kyi foram anulados pelo Conselho Militar. Há uns meses, esta activista dos Direitos Humanos e lutadora pela democracia, foi novamente detida para que não tivesse hipótese de voltar a concorrer a mais umas eleições que têm tão de democráticas como o governo tem de amigável.


Comprovei ainda com mais vigor a hipocrisia vivida neste país com uma notícia do Público de há alguns dias, segundo a qual Suu Kyi será libertada imediatamente após as eleições que ocorrerão a 7 de Novembro. 15 dos 20 últimos anos da “Dama de Rangun” foram passados em detenção e a libertação certamente que a regozijará. Mas até quando ficará livre? Até quando tentará a Junta militar legitimar o seu poder com actos em que ninguém acredita já? Para quê este espectáculo deprimente de arbitrariedade e hipocrisia?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dilma Rousseff


"Dilma Rousseff: a mulher a quem Lula deu o Brasil"


"É forte: enfrentou tortura e um cancro. Tem fama de intelectual: Zola, Proust, Sófocles. Como guerrilheira, foi política: nunca disparou um tiro a sério. Como política, foi técnica. Isto chega para governar o Brasil? O PÚBLICO falou com quem conheceu Dilma Rousseff ao longo dos anos."

Público, 1 de Novembro de 2010. Texto Integral aqui.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Rescaldo da segunda volta

Ontem foram conhecidos os resultados da segunda volta das eleições brasileiras. Vários líderes do mundo inteiro felicitaram a primeira mulher a chegar à Presidência do Brasil. 

Roussef veio juntar-se à chanceler alemã, Merkel, à Primeira-Ministra australiana, à vizinha argentina, à longínqua Finlândia e várias outras mulheres que o século XXI trouxe para as luzes da política. Um artigo sobre o poder no feminino pode ser lido aqui. Também Obama foi um fenómeno não facilmente expectável - naturalmente não como mulher, mas como afro-descendente que chegou à Casa Branca e que, apesar do descontentamento geral, continua a contar com o apoio sólido da população negra americana, como podemos ler aqui.

Excepções e igualdade de género à parte, retomemos as eleições brasileiras. Fecha-se hoje um ciclo de uma longa campanha, marcada por avanços e retrocessos, calma e tensa, renhida e decidida. Como se suspeitava praticamente desde o início (apesar das dúvidas que entretanto surgiram e voltaram a dissipar-se), Dilma Roussef será a próxima "Presidenta" do Brasil, como diria Lula. Serra aceitou a derrota, respeitando a voz do povo, mas prometeu voltar. 

56 milhões de pessoas escolheram-na para liderar o país, certamente numa lógica de continuidade das políticas de Lula, o tão amado Presidente que deixará o cargo em Janeiro. Nunca se saberá qual teria sido o resultado sem o empenho efusivo deste petista que escolheu a sua protegida e conseguiu pô-la no lugar que ansiava. Fenómeno fantástico, este de um presidente em final de mandato ser tão popular que como que "deixa uma filha, uma criação sua" no seu lugar. Que não veremos muitas mais vezes ao longo da nossa vida, isso parece-me certo.

Parte do caminho está desbravado, mas apenas parte. O desejo de Dilma é fazer subir o Brasil de 8.ª para 5.ª economia do mundo. Isso assegurar-lhe-ia certamente uma fácil reeleição, a par com medidas de cariz social que tanto agradam ao eleitorado do PT e que facilmente podem resultar dessa potência económica que se gera e que deverá manter-se nos próximos anos. Para terminar, não queria deixar passar em claro a segunda referência da vencedora no sue discurso: a primeira foi para o facto de ser mulher e ter triunfado e a segunda remeteu-a para a democracia. Segundo Dilma, esta lutará para defender a liberdade de imprensa, de expressão, de religião: 

“Vou zelar pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa. Pela mais ampla liberdade religiosa e de culto, pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos.”

Numa América Latina perdida num tempo de indefinições, ter um país com o estatuto do Brasil com uma líder a afirmar e a pôr em prática esta máxima é muito positivo.


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Terrorismo

É por estas e por outras que a Europa anda preocupada...

Segunda volta

Naturalmente, a campanha no Brasil polarizou-se: reduzidos a dois candidatos, os brasileiros tiveram que optar por um dos lados. Marina Silva, que contribuiu para que na primeira fase não sentisse tanto esta oposição, permaneceu neutra, recusando apoiar Serra ou Rousseff. Para mim, foi a escolha mais sensata por vários motivos: não desagradou a nenhuma parte dos seus apoiantes (que provêm da esquerda e da direita), não se comprometeu com um dos candidatos e não está ligada a eles por nenhum tipo de vínculo que isso implicaria, não tinha vantagem se apoiasse o vencedor (porque não estamos a falar de formar um governo), etc.

Ora, nesse sentido, tivemos os últimos dias e semanas bastante extremados e bem mais emotivos que a calma primeira fase. Alguma volatilidade também se notou. Dilma esteve em perigo de não alcançar a vitória logo após a primeira ronda com um Serra confiante; agora a distância que separa ambos é mais sólida e não dá azo a tantas hipóteses. Numa semana, de uma diferença de 5 pontos entre ambos, passou-se para uma de 15.

José Serra apanhou com um rolo de autocolantes; Dilma escapou a sacos com água. Aborto e religião suscitaram mais reacções. Lula foi multado várias vezes por apoiar Dilma de forma tão “efusiva”, usando instalações da Presidência e outros recursos.

O ambiente é de euforia e de muita tensão, apesar de o resultado ser já bastante previsível. Mas esta segunda volta foi bastante mais intensa e violenta do que a primeira. Infelizmente, a substituição da pacatez e do politicamente correcto do primeiro “round” não dignificou a democracia brasileira.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

UE

A "Ditamole", por Boaventura Sousa Santos

Deixo alguns excertos do interessante texto do sociólogo Sousa Santos, cuja versão integral podem encontrar aqui.

"Se nada fizermos para corrigir o curso das coisas, dentro de alguns anos se dirá que a sociedade portuguesa viveu, entre o final do século XX e começo do século XXI, um luminoso mas breve interregno democrático. Durou menos de 40 anos, entre 1974 e 2010. Nos 48 anos que precederam a revolução de 25 de abril de 1974, viveu sob uma ditadura civil nacionalista, personalizada na figura de Oliveira Salazar. A partir de 2010, entrou num outro período de ditadura civil, desta vez internacionalista e despersonalizada, conduzida por uma entidade abstrata chamada "mercados".


As duas ditaduras começaram por razões financeiras e depois criaram as suas próprias razões para se manterem. Ambas conduziram ao empobrecimento do povo português, que deixaram na cauda dos povos europeus. Mas enquanto a primeira eliminou o jogo democrático, destruiu as liberdades e instaurou um regime de fascismo político, a segunda manteve o jogo democrático mas reduziu ao mínimo as opções ideológicas, manteve as liberdades mas destruiu as possibilidades de serem efetivamente exercidas e instaurou um regime de democracia política combinado com fascismo social. Por esta razão, a segunda ditadura pode ser designada como "ditamole".

Os sinais mais preocupantes da atual conjuntura são os seguintes. Primeiro, está a aumentar a desigualdade social numa sociedade que é já a mais desigual da Europa.
(...)
Segundo, o Estado social, que permite corrigir em parte os efeitos sociais da desigualdade, é em Portugal muito débil e mesmo assim está sob ataque cerrado.
(...)
Terceiro, Portugal transformou-se numa pequena ilha de luxo para especuladores internacionais."

domingo, 24 de outubro de 2010

E que tal a separação do Estado e da Igreja?

What the hell?!

Desabafo eleitoral

O "El Mundo" publicou uma sondagem que revelava que, se as eleições fossem hoje, o Partido Popular Espanhol as venceria com uma diferença de quase 13 pontos relativamente ao PSOE. Nada de escandalosa nesta informação. Assim como não é inesperada uma derrota dos Democratas nos Estados Unidos, uma eventual vitória do PSD numas próximas eleições em Portugal, uma estrondosa derrota de Sarkozy em França, a eventual derrota de Merkel, etc. Como ser percebe pelo panorama eleitoral internacional (se é que isso existe) é a vontade de mudança das populações. Aquilo que me questiono é se essa vontade de mudança se prende apenas com a crise ou com a falta de identificação do eleitorado com os seus políticos nos poder. Será Portugal menos de esquerda do que há alguns anos atrás? Será a França mais de esquerda agora? E serão os americanos mais conservadores?

Esta reflexão pode ser completada com aquilo que se passa no Brasil. Contrariando o resto do mundo, a tendência é de manutenção, de seguimento, de não rotura. Mas o Brasil e o resto dos países que mencionei têm que ser colocados em grupos diferentes: o primeiro, porque está em crescimento, com dinheiro para políticas sociais que atraem qualquer eleitorado; o segundo, porque está em declínio, a fazer frente a uma dura crise que os impele a cortes e mais cortes. E, para mim, são estes cortes que levam e levarão às mudanças que poderão a vir a ocorrer nos governos europeus e americano - exceptuando o de Angela Merkel que poderá fugir a este padrão.


As medidas de austeridade desagradam à população; os escândalos de corrupção e de falta de seriedade na política minam a confinaça dos eleitores que se afastam. Quando há prosperidade, mantém-se o executivo. Por isso, as eleições são efectivamente um lugar de "accountability" e "responsiveness", de pedir contas do que foi alcançado. Mais do que como foi ou deverá ser alcançado. Não é uma batalha ideológica. É uma batalha de resultados.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Austeridade

Uma das consequências das medidas de austeridade no Reino Unido é um corte substancial (de 20%) na despesa na defesa - algo não muito expectável num governo conservador. 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brasil

O apoio de Marina Silva a um dos candidatos era uma possibilidade - para mim, remota, mas uma possibilidade. No entanto, tal como era esperado, a ex-candidata declarou que não apoiaria nem Serra nem Roussef.

O que acontecerá no final do mês é ainda relativamente incerto. Acredito na vitória de Dilma, mas as previsões não estão assim tão optimistas como há umas semanas atrás. O escândalo da casa civil afectou muito a imagem da amiga de Lula da Silva e nem o presidente parece ser capaz de lhe dar descanso estes dias com uma vitória garantida. Os 19% de eleitores que apoiaram os Verdes farão agora a sua escolha. Ideologicamente, os Verdes estão próximos do Partido Trabalhista do que dos conservadores do PSDB, mas há sempre um certo grau de incerteza nos comportamentos eleitorais. Se Serra vencer, o que me espantaria muito, seria uma grande reviravolta em todo o panorama político brasileiro. Inesperadamente o país parecia não querer seguir o caminho traçado por Lula. Ou será que isso não faz diferença?

domingo, 17 de outubro de 2010

Algumas notícias rápidas...

1. A Rússia vai construir uma central nuclear na Venezuela.

2. ONU propõe conversações sobre o nuclear com o Irão no próximo mês.

3. No comment: "“A epidemia de sida é uma forma de justiça imanente”, afirma o arcebispo católico de Malines-Bruxelas, monsenhor André-Mutien Léonard"

4. Desde o 11 de Setembro que não se via uma operação mediática como o resgate dos mineiros chilenos.

5. Dilma está a perder terreno para Serra.


sábado, 16 de outubro de 2010

Vários Eventos

SEMINÁRIO DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS

2010/2011

SEMINÁRIO DE CIÊNCIA POLÍTICA

No âmbito da conferência

A Dimensão Subnacional da Integração Regional na Europa e na América Latina

21 e 22 de Outubro (9h-18h)

Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

10H

Sala Polivalente (FCSH - UNL)

Challenges and Prospects of International Regionalism

Luciana Ghica

University of Bucharest

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Workshop


Tráfico de Seres Humanos, Estratégias Nacionais e Locais

Sala A, Fundação Cidade de Lisboa
26 de Outubro de 2010
Lisboa

Convite

O Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais (IEEI) tem o prazer de convidar V. Exa. para participar no workshop Tráfico de Seres Humanos, Estratégias Nacionais e Locais, que terá lugar no dia 26 de Outubro, entre as 9h e as 18h, na Sala A da Fundação Cidade de Lisboa (Campo Grande 380, 1700-097 Lisboa).

O workshop integra-se num projecto desenvolvido pelo IEEI que cruza as perspectivas da promoção de direitos humanos, da segurança e da política de imigração, com o objectivo de contribuir para um combate mais eficaz ao tráfico de seres humanos em Portugal e no contexto europeu.

A iniciativa contará com a participação de diversos oradores, nacionais e estrangeiros. Em anexo a este convite encontra-se a ficha de inscrição e o programa do workshop.

Para participar, muito agradecemos o preenchimento e envio da ficha de inscrição para pmf@ieei.pt. Entrada gratuita. O almoço é livre.