Apesar de se contar que a Finlândia fosse governada por uma coligação que incluía os Verdadeiros Finlandeses, partido de extrema-direita daquele país, li no Público que, por causa da divergência relativamente ao apoio financeiro a Portugal, aquele partido retirou-se das negociações para formar governo. Duplamente satisfeito: primeiro, porque viabiliza o apoio; segundo, porque o dito partido já não estará no governo.
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