quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

E o paraíso virou inferno

Tudo virado para as Caraíbas, mas pelos piores motivos. E como nem sempre a escola realista tem razão, lá está a ajuda internacional a cooperar para recuperar este belo local de férias, ainda que com problemas gravíssimos por resolver...

3 comentários:

  1. André não percebi o que quiseste dizer, palavra de honra! Podes elaborar?

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  2. Explicando de forma bastante simplista, os pressupostos mais básicos da escola realista passam pela concepção de um mundo onde todos os países são concorrentes em termos de poder e no qual todos perseguem os seus interesses mais imediatos e egoístas, onde a cooperação é quase algo muito lateral. Os ideais e a ética seriam praticamente inexistentes num mundo marcado pelo caos (anarquia).
    Além disso, defendem ainda os Estados como actores principais das RI, praticamente excluindo qualquer peso das organizações internacionais.
    O exemplo da União Europeia é o mais acabado contra algumas concepções básicas desta escola, assim como a unipolaridade que eventualmente estaremos a viver na actualidade.
    Ora, tendo em conta esta linha de pensamento realista, esta visão humanitária internacional e todo este empenho na ajuda em casos de catástrofe natural escapam ao realismo, que apesar de ser bastante pragmática e fazer leituras correctas da realidade, acabam por pecar por não incluirem fenómenos como estes na sua discussão... :) Mais claro agora?

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  3. Sim sim, claro. Não associara.

    Mas André não uses egoísmo tão liberalmente... É ofensivo! Afinal, não há cordialidade, ajuda e fraternidade sem egoísmo. =P

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